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	<title>Noispedala &#187; Artigos</title>
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	<description>Mountain Bike, Ciclismo, BMX, Downhill</description>
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		<title>50 dicas para você virar um biker expert – Parte 4</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 11:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[31 O freio dianteiro é o mais eficiente deles. O de trás também reduz a velocidade, mas, como o peso do corpo é transferido para a frente, a eficiência dele cai. Se tiver de brecar de sopetão, jogue o peso do corpo para trás, segure o guidão e module os manetes para que as rodas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>31 O freio dianteiro é o mais eficiente deles. O de trás também reduz a velocidade, mas, como o peso do corpo é transferido para a frente, a eficiência dele cai. Se tiver de brecar de sopetão, jogue o peso do corpo para trás, segure o guidão e module os manetes para que as rodas não travem.</p>
<div id="attachment_4562" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-4562" title="Mais 10 dicas para você virar um biker expert" src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC07950-300x225.jpg" alt="Mais 10 dicas para você virar um biker expert" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Mais 10 dicas para você virar um biker expert</p></div>
<p>32 Braços levemente dobrados funcionam como amortecedores contra choques. Se eles chegam ao guidão exageradamente esticados.</p>
<p>33 troque o avanço do guidão por um menor ou incline-se mais para a frente. Você está no meio de uma descida e a corrente sai para o lado do quadro. O que fazer? Não é preciso sair da bike. Usando o manípulo de mudança da frente, pressione-o não até que passe para o segundo prato, mas quase, e pedale suavemente. Em 90% das vezes, a corrente volta a entrar.</p>
<p>34 Procure levar um elo de engate com você (ou preso à bike com uma fita adesiva) para se a corrente quebrar, consiga repará-la rapidamente.</p>
<p>35 Se ela sair para o lado do crank, não pedale, pois poderá parti-la. Isso porque, provavelmente, ela ficará encaixada entre o prato e o crank, sendo necessário ir lá com a mão.</p>
<p>36 Quando for mudar de marcha, alivie a força nos pedais antes e, especialmente, quando estiver pedalando em uma subida.</p>
<p>37  Se acha que o seu capacete está sujo demais, não coloque-o dentro da água para lavá-lo. Você vai estragá-lo. Use um pano úmido.</p>
<p>38 Se caiu e o selim saiu dos rails, não perca tempo tentando colocá-lo de qualquer maneira. Se o <a href="http://sportlife.terra.com.br/index.asp?codc=1501#">caminho</a> para casa é longo, pegue uma câmera e enrole-a entre os rails e a superfície do selim para que fiquem relativamente fixos até que consiga chegar em casa.</p>
<p>39 Aprenda a lubrificar os cabos. Solte o L (o tubo de alumínio que une os freios) do V-Brake dos freios.<br />
Mova o conduíte, deslizando para cima para descobrir o cabo. Ponha algumas gotas de óleo de teflon especial, vendido em lojas especializadas.</p>
<p>40 Uma das piores avarias mecânicas que pode vir a ter é o desviador traseiro ir &#8220;desta para melhor” quando estiver no meio do nada, algo como o seu carro ficar apenas com o ponto morto no meio da estrada.</p>
<p>Solução: se tiver um descravador de corrente, retire alguns elos dela para que a corrente fique fixa em uma só marcha (como se você transformasse a sua magrela em uma singlespeed). Ao menos, conseguirá  chegar em casa.</p>
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		<title>50 dicas para você virar um biker expert &#8211; Parte 3</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 12:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[21 Em temperaturas extremas, seja calor ou frio, procure, depois de beber, soprar pelo tubo da mochila de hidratação para que o líquido volte ao recipiente e mantenha o líquido que você guarda ali em uma temperatura adequada. 22 Em algumas ocasiões, os parafusos divididos pelo quadro (suporte de caramanhola, bagageiro), que aparentemente não têm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>21 Em temperaturas extremas, seja calor ou frio, procure, depois de beber, soprar pelo tubo da mochila de hidratação para que o líquido volte ao recipiente e mantenha o líquido que você guarda ali em uma temperatura adequada.</p>
<div id="attachment_4567" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-4567" title="Mais dicas..." src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3906107-Peral__36_-300x225.jpg" alt="Mais dicas..." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Mais dicas...</p></div>
<p>22 Em algumas ocasiões, os parafusos divididos pelo quadro (suporte de caramanhola, bagageiro), que aparentemente não têm uma função, podem nos tirar de algum apuro. Como todos têm mais ou menos as mesmas medidas, podem ser repostos no caso de uma perda. Você poderá, por exemplo, usar um do suporte da caramanhola para prender a polia do câmbio traseiro.</p>
<p>23 Se um dos raios da roda romper, o melhor a fazer é prendê-lo perto do mais próximo, para que consiga voltar para casa. É sempre importante levar com você uma chave de raios, um raio na medida da sua magrela e um niple. Na grande maioria das vezes, ele quebra no cotovelo, junto a flange, onde ele é mais exigido. Se ele quebrar, desaparafuse do niple, enrole o raio quebrado no outro ao lado. Para afrouxar, gire no sentido anti-horário. Para apertar, no sentido horário.</p>
<p>24 Se você usa um GPS, procure protegê-lo do tempo com um saco plástico.</p>
<p>25 Observe se, ao engatar a 1ª marcha, a corrente está na coroa maior. Se estiver na 2ª, veja se, ao empurrar o câmbio com a mão até a coroa maior, ela muda ou não. Se não mudar nem que a empurre, afrouxe o parafuso do câmbio marcado como L. Se, ao empurrar, ela mudar, tensione o cabo, girando o tensor do trocador direito para a frente.</p>
<p>26  Mais uma dica para quem morre de medo de se deparar com um pneu furado em uma trilha longe da &#8220;civilização&#8221;. Se o furo  não for grande demais, uma solução de emergência é grudar chiclete na câmera.</p>
<p>27 Nunca, nunca fique atrás de um cavalo solto no caminho. Mantenha uma distância que permita a você uma margem de manobra.</p>
<p>28 Se é daqueles que leva uma garrafinha dágua na caramanhola, não esqueça de retirá-la quando for consertar um pneu furado e tiver de virar a bike de ponta cabeça. Caso contrário, poderá ficar sem o precioso líquido.</p>
<p>29 Na chuva, os cuidados e a atenção devem ser redobrados. Comece a frear com certa antecedência e mantenha distância de carros e outras bikes, já que o chão liso ou com poças d´água são um convite a derrapagens e colisões. Aumente o raio das curvas, especialmente se o terreno está liso.</p>
<p>30 Se a ideia é pedalar em um terreno mais acidentado ou em um aonde vai encontrar um número considerável de pedras soltas, equipe a sua magrela com um pneu traseiro com cravos grandes. O seu desempenho será melhor. Em terrenos planos e pouco arenosos, prefira pneus mais lisos.</p>
<p>Por Julio Vicioso, <a href="http://sportlife.terra.com.br/">http://sportlife.terra.com.br/</a></p>
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		<title>50 dicas para você virar um biker expert &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 12:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[11 A bike freia e muda de marcha como se estivesse nova, mas faz um ruído constante na corrente. Se tiver um pouco de lubrificante, bastam alguma gotas na corrente para que fique mais suave. 12 Se a corrente sair da catraca maior para fora (lado do pedal), gire meia volta o parafuso marcado com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>11 A bike freia e muda de marcha como se estivesse nova, mas faz um ruído constante na corrente. Se tiver um pouco de lubrificante, bastam alguma gotas na corrente para que fique mais suave.</p>
<div id="attachment_4565" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Pedalada-21-04-2011-021.jpg"><img class="size-medium wp-image-4565" title="Mais dicas..." src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Pedalada-21-04-2011-021-300x225.jpg" alt="Mais dicas..." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mais dicas...</p></div>
<p>12 Se a corrente sair da catraca maior para fora (lado do pedal), gire meia volta o parafuso marcado com um Hi no câmbio dianteiro. Se a corrente cair da catraca menor para o lado do quadro, gire o parafuso Lo meia volta no sentido horário.</p>
<p>13 Se sente que a caixa de direção tem uma pequena folga, é hora de fazer um ajuste.Solte os parafusos do avanço de guidão o suficiente para que eles girem sem que faça esforço. Aperte um quarto de volta o parafuso localizado no meio da tampa sobre o avanço. Vá apertando aos poucos, um quarto de volta por vez. Alinhe o guidão ao eixo da roda. Aperte os parafusos do avanço. Com a bike entre as pernas, acione o freio dianteiro e chacoalhe-a para a frente e para trás. Se ouvir um clique ou a caixa de direção se mexer, é preciso apertar mais. Repita o procedimento, tomando cuidado para não espanar o parafuso.</p>
<p>14 Pneu furado. Você é do tipo que deixa os desmontáveis em casa? Você pode usar as chaves de roda para tirar o pneu da roda. Mas cuidado para não danificar o aro.</p>
<p>15 E se tiver esquecidos os remendos? Há muitas soluções, mas uma dica que nunca falha é colocar em uma das revisões completas ou ao trocar os pneus um par de remendos na parte interna do pneu, entre ele e a câmera. Na hora da emergência, isso é um verdadeiro tesouro.</p>
<p>16 Você desceu da bike várias vezes e, em algum dos momentos em que tirou a mochila, perdeu a boca da mochila de hidratação e, agora, a água está vazando. Sopre para que o líquido entre na bexiga. Como solução de emergência, use algum objeto cônico (pode ser um ramo ou papel enrolado) e encaixe no extremo do tubo.</p>
<p>17 Os insetos podem amargar o seu passeio. Se uma vespa o picar, faça um pouco de barro com a água da mochila e aplique sobre a picada.</p>
<p>18 Cruzar um córrego ou rio até tem a sua diversão, mas já cansou de passar por eles e de a água entrar na sapatilha pelas ranhuras onde elas se fixam nos pedais clip. Ao voltar para casa, passe silicone e as sapatilhas ficarão impermeáveis, ao menos nessa área.</p>
<p>19 Se está apenas na metade do percurso e o canote não para de mexer por mais que tenha apertado o parafuso, uma lata de alumínio de qualquer refrigerante pode solucionar o problema. Corte uma pequena tira da lata até que molde uma lâmina fina que seja quase todo o diâmetro do canote e coloque-a sobressaindo pela parte superior do quadro. Isso fará com que ele se ajuste<br />
e poderá chegar ao seu destino.</p>
<p>20 Depois de uma descida, você se dá conta que seus antebraços não &#8220;aguentam mais&#8221;. Uma boa maneira de evitar que isso ocorra é levar os manetes do freio relativamente desapertados ou perto do guidão, o que fará o esforço de manter o guidão e frear ao mesmo tempo mais suportável.</p>
<p>Por Julio Vicioso, <a href="http://sportlife.terra.com.br/">http://sportlife.terra.com.br/</a></p>
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		<title>50 dicas para você virar um biker expert</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 17:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazer uma viagem ou uma trilha de mountain bike exige conhecimentos mínimos de mecânica para que consiga se livrar dos percalços que aparecem no caminho. Confira as 10 primeiras dicas. 1. Procure não pedalar sozinho. Se o fizer, avise parentes ou amigos sobre o percurso que vai fazer. Seja realista sobre o seu condicionamento físico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer uma viagem ou uma trilha de mountain bike exige conhecimentos mínimos de mecânica para que consiga se livrar dos percalços que aparecem no caminho. Confira as 10 primeiras dicas.</p>
<p>1. Procure não pedalar sozinho. Se o fizer, avise parentes ou amigos sobre o percurso que vai fazer. Seja realista sobre o seu condicionamento físico e informe-se sobre o tempo. Lembre-se  de que, no verão, as temperaturas são altas e que deve-se evitar a prática de atividade física nos horários em que o sol está a pino.</p>
<div id="attachment_4562" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC07950.jpg"><img class="size-medium wp-image-4562" title="Mais 10 dicas para você virar um biker expert" src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC07950-300x225.jpg" alt="Mais 10 dicas para você virar um biker expert" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mais 10 dicas para você virar um biker expert</p></div>
<p>2. Outro detalhe importante é ficar atento às condições climáticas e quantas horas vai gastar no passeio, para que não seja pego de surpresa no meio do caminho por uma forte chuva ou pela escuridão. Dê preferência por pedalar pela manhã, pois o desgaste será menor e terá mais tempo para voltar no caso de um imprevisto.</p>
<p>3. Procure ser amigável com todos, não economize um &#8220;bom-dia&#8221; e sempre que encontrar alguém seja gentil, pois nunca se sabe quando irá precisar de ajuda. Mesmo pedalando em estradas de terra, siga os princípios básicos de como andar de bicicleta: trafegue pela direita, respeite os cruzamentos e pedestres, obedeça a sinalização e, mais do que nunca, leve todo o lixo produzido no passeio de volta para casa. Deixe apenas as suas pegadas e guarde somente lembranças ou imagens do local.</p>
<p>4. Carregue sempre com você uma garrafa com água ou bebida energética e algo para fazer um lanche, como uma barrinha de cereais, gel de carboidratos, frutas secas ou passas. Leve, também, um kit básico com ferramentas, uma câmera reserva, bomba de ar, remendo etc. Não esqueça: dinheiro, documentos e celular, indispensável para quem curte pedalar.</p>
<p>5. Revise a bike periodicamente, especialmente antes de sair de casa para fazer um passeio ou viagem. Verifique a pressão dos pneus e o estado do câmbio, dos freios e dos pneus. O principal? Os parafusos dos passadores, do selim e do canote.</p>
<p>6 Praticamente todos os problemas têm solução, desde que você tenha se preparado para enfrentá-los. Às vezes, na pressa, acabamos por não cumprir os requisitos prévios mínimos e as complicações começam no meio do caminho, por exemplo, uma das sapatas de freio que roça no aro. A solução é simples: no próprio freio, encontrará um minúsculo parafuso na parte lateral.<br />
Aperte-o meia volta (girando no sentido horário) e a sapata se separará do aro.</p>
<p>7. Se perceber que a bike está instável e que está difícil rodar, provavelmente é porque a pressão dos pneus está baixa. Pare imediatamente e os encha. A pressão deve ser de, no mínimo, 2.0 BAR (para pessoas mais leves pode ser um pouco menos, mas nunca abaixo de 1.8 BAR).</p>
<p>8 Você chega à primeira descida de seu passeio e nota que a bike não freia como antes, ainda que faça força no manete do freio. Uma das razões mais prováveis é que as sapatas – no caso do freio V-Brake – ou as pastilhas – no caso do freio a disco – estão desgastadas. Se a superfície de contato com o aro estiver irregular, pegue uma lixa ou lima e desbaste as arestas.</p>
<p>9. As marchas não param de raspar durante a troca! Regra nº 1: quanto mais tempo pedalar com o câmbio desajustado, mais difícil será ajustá-lo de novo. Regra nº 2: ponha o câmbio traseiro com a corrente engrenada na catraca menor. Esse será o ponto de partida. Regra nº 3: não encoste nos parafusos do câmbio se não souber para que eles servem. Você pode piorar as coisas. Se o problema for um pequeno desajuste, provavelmente é a tensão do cabo. Levante a roda traseira, gire o pedal com as mãos e acione o câmbio para que a corrente suba à catraca maior. Se não subir, falta tensão no cabo. Gire o ajuste no sentido anti-horário (um quarto de volta) para esticar o cabo.. Se continuar não subindo, gire mais um quarto de volta. Se o problema se mantiver inalterado, volte o regulador e dê mais tensão ao cabo, soltando o parafuso de fixação ao lado do câmbio.</p>
<p>10. Se, ao contrário, eles não baixam, suba a corrente até a catraca maior e gire o tensor correspondente um quarto de volta, desta vez, no sentido horário.</p>
<p>Por Julio Vicioso, <a href="http://sportlife.terra.com.br/">http://sportlife.terra.com.br/</a></p>
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		<title>Domingo tem Enduro do Batalhão. E você? Está preparado?</title>
		<link>http://www.noispedala.com.br/noticias/domingo-tem-enduro-do-batalhao-e-voce-esta-preparado/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 17:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para participar de um enduro de regularidade, principalmente quando é concorrido como o Enduro do Batalhão, que é considerado o maior enduro de bikes do Brasil, você deve ficar ligado em alguns pontos importantes. Fica a dica também para você aproveitar as promoções dos patrocinadores oficiais do enduro. Cemil Soy A Cemil, patrocinadora principal da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para participar de um enduro de regularidade, principalmente quando é concorrido como o Enduro do Batalhão, que é considerado o maior enduro de bikes do Brasil, você deve ficar ligado em alguns pontos importantes. Fica a dica também para você aproveitar as promoções dos patrocinadores oficiais do enduro.</p>
<h3>Cemil Soy</h3>
<p>A Cemil, patrocinadora principal da Copa, mantém em seu portfolio de produtos o suco Cemil Soy. É um produto a base de soja, nas versões tradicionais e ligths: Original, Maça, Uva, Laranja, Pêssego e Maracujá.</p>
<div id="attachment_4631" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-4631" title="Cemil Soy" src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2011/02/soy.jpg" alt="Cemil Soy" width="640" height="276" /><p class="wp-caption-text">Cemil Soy</p></div>
<p>A soja é o único legume considerado uma proteína completa, rica em proteínas e fibras. É fonte de minerais como: ferro, potássio, fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B, indicada para os praticantes de esportes, além disso é a única alternativa para as pessoas com intolerância à lactose e ajuda a melhorar o nível de colesterol .</p>
<p>E claro, mais uma vez teremos a possibilidade de degustar o Cemil Soy no Enduro do Batalhão.</p>
<p>Seus benefícios reduzir o risco de inúmeras doenças tais como:</p>
<ul>
<li>Câncer de esôfago</li>
<li>Câncer de pulmão</li>
<li>Câncer de próstata</li>
<li>Câncer de mama</li>
<li>Câncer de cólon retal</li>
<li>Doenças cardiovasculares</li>
<li>Osteoporose,</li>
<li>Diabetes,</li>
<li>Mal de Alzheimer</li>
<li>Sintomas da menopausa</li>
</ul>
<h3>Hidratação e repositores energéticos</h3>
<p>Um fator essencial para que você consiga fazer um bom enduro, é que você esteja bem hidratado e não perca sua energia durante a prova. Por experiência própria, quanto mais cansado você tiver, menos você estará concentrado e mais irritado.</p>
<p>Pensando nisso, a NUTRY SUPLEMENTOS preparou alguns produtos essenciais para que você complete bem o enduro. Passando lá na NUTRY, você também poderá pegar algumas dicas com os profissionais. Se não bastasse isso, eles resolveram entrar com tudo no enduro. Os profissionais da Nutry estarão no Congresso Técnico e durante a prova comercializando os produtos e tirando as suas dúvidas.</p>
<p>Além destas promoções, comprando qualquer produto da linha Nutrilatina AGE na NUTRY SUPLEMENTOS, você concorre a uma bike.</p>
<h3>Equipamentos</h3>
<p>Outro fator essencial, é que você esteja com a bike em dia, equipado com um ciclo computador (cateye), Road book, capacete e materiais de segurança como luva. Uma camisa com bolsos também é essencial para que você consiga levar materiais de uso durante a prova. Na <strong>BAND BIKE,</strong> você pode revisar a sua bike com um preço super especial e mecânicos experientes e é a única da região autorizada <strong>ROCK SHOX, AVID E TRUVATIV</strong>.</p>
<p>No domingo, a <strong>BAND BIKE </strong>estará oferecendo um Neutral Service, que foi a novidade em 2010 nas maiores provas de Cross Country e Maratona. Lá você poderá ajustar a sua bike e ainda comprar produtos.</p>
<p>Além disso, o Celinho preparou algumas ofertas especiais:</p>
<ul>
<li>Velocímetro Cateye Velo 5 de R$53,90 <strong>por R$49,90</strong></li>
<li>Capacete High One MV 18 M de R$49,90 <strong>por R$ 42,90</strong></li>
<li>Mochila de Hidratação Northpak Artic por de R$ 118,00 <strong>por R$ 109,90</strong></li>
<li>Camisa Equipe Caloi Extra de R$ 49,90<strong> por R$ 39,90</strong></li>
<li>Bomba de Ar GTS de R$ 22,90 <strong>por R$ 18,90</strong></li>
<li>Luva Proshock Claw (dedo longo) de R$ 62,00 <strong>por R$ 47,90</strong></li>
<li>Kit Remendo UNIUM de R$ 9,00 <strong>por R$ 5,90</strong></li>
</ul>
<p>Se não bastasse isso, tem mais promoção. A partir de segunda-feira, você que aparecer lá na Band Bike com a plaquinha do enduro, você poderá agendar uma revisão com produtos de primeira linha com um valor super especial.</p>
<p>Sugerimos também que você prestigie os demais patrocinadores que são eles:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.settafios.com.br/" target="_blank">GRUPO SETTA</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://ducks.com.br/" target="_blank">DUCKS</a></strong></li>
<li><strong>TELE.COM</strong></li>
<li><strong>TEXAS FAST FOOD</strong></li>
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<li><strong>IMPRIMA PROPAGANDA</strong></li>
</ul>
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		<title>Sinceramente, existe um motivo plausível para a raspar as penas?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 12:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excelente artigo que aborda este tema bastante discutido entre atletas. Vale a leitura. Por Wagner Araújo – Mundotri Quando comecei no triathlon, há pouco mais de 3 anos, eu jamais cogitava a hipótese de raspar as pernas. Passado alguns meses e provas, me sentia um troglodita no meio das provas. Praticamente todo mundo corria com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo que aborda este tema bastante discutido entre atletas. Vale a leitura.</p>
<p>Por Wagner Araújo – Mundotri</p>
<p>Quando comecei no triathlon, há pouco mais de 3 anos, eu jamais  cogitava a hipótese de raspar as pernas. Passado alguns meses e provas,  me sentia um troglodita no meio das provas. Praticamente todo mundo  corria com as pernas raspadas e isso parecia ser um certo código de  conduta entre triatletas e ciclistas.</p>
<p><a href="http://www.mundotri.com.br/2010/02/sinceramente-existe-um-motivo-plausivel-para-a-raspar-as-penas/" target="_blank">Confira o restante da matéria no Mundotri.</a></p>
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		<title>Que tamanho de pedivela devo usar?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 11:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[bike fit]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na minha opinião o ciclismo é um dos esportes que mais recebe influencia do equipamento. E são muitos fatores a considerar, tamanho da bicicleta, roda escolhida, pneu, calibragem do pneu, relação, peso da bike…Um equipamento que tem gerado infinitas discussões é a influência do tamanho do pedivela sobre a performance no ciclismo em todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Na minha opinião o ciclismo é um dos esportes que mais recebe influencia do equipamento. E são muitos fatores a considerar, tamanho da bicicleta, roda escolhida, pneu, calibragem do pneu, relação, peso da bike…Um equipamento que tem gerado infinitas discussões é a influência do tamanho do pedivela sobre a performance no ciclismo em todas as suas modalidades.</p>
<p>O que traz tanta atenção aos pedivelas talvez seja o fato de o pedivela ser o componente mecânico para transferir a força gerada pelos músculos durante a pedalada. Muitos modelos matemáticos tem sido propostos para tentar determinar o comprimento ideal de pedivela para o ciclista.</p>
<div id="attachment_2433" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;"><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/corvos_cancellara_time_trial.jpg"><img class="size-medium wp-image-2433" title="Um pedivela menor parece ser melhor para o desempenho para algumas provas de ciclismo como o contra-relógio" src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/corvos_cancellara_time_trial-300x209.jpg" alt="Um pedivela menor parece ser melhor para o desempenho para algumas provas de ciclismo como o contra-relógio" width="300" height="209" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Um pedivela menor parece ser melhor para o desempenho para algumas provas de ciclismo como o contra-relógio</p>
</div>
<p>Nesse artigo pretendo expor minha opinião e reunir informações preciosas para que o ciclista possa escolher o pedivela ideal e melhorar seus resultados no contra-relógio, nas provas de criterium (antes chamadas de australianas) e nas provas de pista. Tentarei discutir as considerações do ponto de vista biomecânico sem considerar fatores como o condicionamento físico, tipo de fibra muscular altura do ciclista.</p>
<p>Muitos estudos tem sido feitos olhando diversos aspectos do pedivela: dados antropométricos e comprimento do pedivela, comprimento do pedivela e economia de movimento, comprimento do pedivela e produção de potência máxima, tamanho do pedivela e sua influência na bicicleta, influência do pedivela na cadência adotada.</p>
<p><a href="http://www.brjb.com.br/files/brjb_104_4201003_id2.pdf" target="_blank">Uma revisão</a> publicada recentemente reuniu os artigos mais relevantes sobre o assunto e deu o seu veredito: não existe ainda uma fórmula definitiva para o cálculo do tamanho do pedivela e a escolha do tamanho do pedivela depende da modalidade escolhida (MTB, provas de pista, criterium, provas longas….). O autor do trabalho sugere que são necessários mais estudos para esclarecer o assunto.</p>
<p>Então estamos perdidos?</p>
<p>Não, não é isso. Apesar dos estudos não serem totalmente conclusivos podemos observar algumas coisas:</p>
<p>Tamanho do pedivela e cadência: Parece haver uma relação inversa entre o tamanho do pedivela e a cadência produzida durante a pedalada. Em outras palavras, quanto maior o tamanho do pedivela, menor a cadência gerada, ou quanto menor o pedivela maior a cadência produzida pelo ciclistas.</p>
<p>Tamanho do pedivela e vantagem mecânica: É muito comum relatos de mountain bikers e contra-relogistas que usam pedivelas grandes. Miguel Indurain era famoso por usar pedivelas de 180mm nos contra-relógios e etapas de montanha. E de fato um pedivela maior confere uma alavanca de força maior e como consequência uma maior produção de força se não considerarmos as alterações de posicionamento decorrentes da mudança do tamanho do braço da pedivela.</p>
<p>Aumentar o tamanho do pedivela em 2,5mm implica em diminuir o seu selim em 2,5mm para manter o mesmo ângulo de extensão do joelho. Mas com isso surgem algumas considerações: (1) o eixo do pedal está agora 5mm mais próximo do seu tronco (2,5mm por abaixar a altura do selim e 2,5mm pelo pedivela mais comprido no topo da pedalada) e (2) para cada incremento no tamanho do pedivela você incrementa em dobro a extensão do joelho o que fazer com que o joelho trabalhe em ângulos mais extremos podendo acarretar em uma lesão e com uma amplitude maior de movimento pode fazer com que os músculos da perna trabalhem fora da zona de comprimento ótimo de produção de força.</p>
<p>Nossos músculos trabalham numa relação ótima de comprimento e tensão para a produção de força. Quando estão muito alongados ou muito contraídos têm sua produção de força máxima prejudicada.  Esse mecanismo ilustra porque, por exemplo, conseguimos levantar mais carga no movimento de meio agachamento do que num agachamento completo.</p>
<p>No contra-relógio a aerodinâmica é muito importante para o resultado final da prova. Na busca por maximizar os ganhos aerodinâmicos muitos ciclistas adotam posições muito agressivas e com isso sacrificam sua produção de força. Ao baixar a frente da bicicleta para ficar mais aerodinâmico o ciclista pode posicionar-se de maneira a tirar os seus músculos da zona ótima de comprimento e tensão para a produção de força.</p>
<p>Provas de pista ou de criterium são mais parecidos com os contra-relógios do que com as provas de estrada. Segurando na parte de baixo do guidão e pedalando forte para aguentar as muitas fugas faz com que o ciclista adote uma posição similar do que no contra-relógio, só que sem o clip.</p>
<p>No bike fitting, um ângulo muito importante de ser determinado é o “acute hip angle” ou o ângulo formado entre sua coxa e o tronco (trocanter maior, centro do joelho e acrômio) quando o pedal encontra-se no ponto mais próximo do seu tronco. Dependendo das suas características físicas (tamanho do fêmur, tíbia e relação pernas/tronco) esse ângulo estará entre 46 e 52º. Nessas provas aumentar o pedivela pode representar uma diminuição desse ângulo e para que ele seja mantido seria necessário subir a frente da bicicleta o que traria perdas consideráveis na aerodinâmica para essas provas.</p>
<p>Outro ponto que vale considerar é que as cadências médias nas provas de contra-relógio, criterium e pista tem aumentado ao longo dos anos. Desde 1960, todos os recordes da hora (muito disputados no Vigorelli no pássado) foram quebrados com cadências acima de 100rpm (cadência alta).</p>
<p>Conversei (por email) no ano passado com Jöel Steve, técnico da equipe de ciclismo francesa Agritubel (que conseguiu manter a camisa amarela no Tour de France por duas etapas em 2009) ele afirmou que “se eu não puder testar o atleta para recomendar o pedivela ideal. Sempre irei recomendar 170 ou 172,5 ao invés de 175mm”.</p>
<p>Então se você achava que o pedivela de sua bicicleta de contra-relógio ou de pista seria maior do que o da sua bike de estrada, talvez esteja errado. Considere o uso de pedivelas menores que favoreceriam a manutenção de cadências mais elevadas o que parece ser fundamental para o sucesso nessas provas.</p>
<p>Bons treinos!</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p><a href="http://www.slowtwitch.com/Tech/Crank_arm_lengths_for_tri_727.html" target="_blank">Crank arm length for tri</a></p>
<p><a href="http://www.springerlink.com/content/1rh15401582655q1/" target="_blank"><em>Influence of crank length on cycle ergometry performanc of well-trained female cross-country mountain bike athletes</em></a></p>
<p>Leia mais: <a href="http://espiritooutdoor.com/?p=1251#ixzz19VJll1Tc">http://espiritooutdoor.com/?p=1251#ixzz19VJll1Tc</a></p>
</div>
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		<title>Os prós e os contras das bicicletas aro 29</title>
		<link>http://www.noispedala.com.br/noticias/os-pros-e-os-contras-das-bicicletas-aro-29/</link>
		<comments>http://www.noispedala.com.br/noticias/os-pros-e-os-contras-das-bicicletas-aro-29/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 11:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[29er]]></category>
		<category><![CDATA[aro 29]]></category>
		<category><![CDATA[artigos técnicos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Mountain Bike (MTB), também conhecido como BTT por nossos amigos Portugueses é a modalidade de ciclismo mais praticada no mundo e por consequência são as bicicletas mais vendidas no mundo. As bicicletas de MTB surgiram no final da década de 1950 na Califórnia, quando um grupo de surfistas procurou atividades para os dias sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p>O  Mountain Bike (MTB), também conhecido como BTT por nossos amigos  Portugueses  é a modalidade de ciclismo mais praticada no mundo e por  consequência são as bicicletas mais vendidas no mundo.</p>
<p>As bicicletas de MTB surgiram no final da década de 1950 na  Califórnia, quando um grupo de surfistas procurou atividades para os  dias sem ondas. As primeiras pessoas a modificarem uma bicicleta para  melhorar seu desempenho na terra foram James Finley Scott, Tom Ritchey e  <a href="http://fisherbikes.com/" target="_blank">Gary Fisher</a>. Este último  considerado por muitos o verdadeiro inventor do MTB. Na época as MTBs  nada mais eram do que bicicletas de passeio com pneus balão e guidão  reto.</p>
<div>
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<div id="attachment_516">
<div id="attachment_2415" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Superfly-1024x7681.jpg"><img class="size-full wp-image-2415" title="A Superfly é a MTB (BTT) mais leve de toda a linha Gary Fisher." src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Superfly-1024x7681.jpg" alt="A Superfly é a MTB (BTT) mais leve de toda a linha Gary Fisher." width="620" height="465" /></a><p class="wp-caption-text">A Superfly é a MTB (BTT) mais leve de toda a linha Gary Fisher.</p></div>
</div>
<p>As MTBs evoluiram muito com o passar dos anos, hoje possuem quadros  reforçados de alumínio ou fibra de carbono, pneus mais grossos com  cravos que possibilitam uma melhor tração em diversos tipos de terreno;  freios a disco hidráulicos, suspensão traseira e/ou dianteira, pedais de  encaixe, pneus tubeless e um número muito maior de marchas.</p>
<p>De lá pra cá o único componente que, até recentemente, não havia  sofrido nenhuma modificação foi o diâmetro das rodas que normalmente tem  26”. Na última decada começaram a surgir bicicletas que usam rodas com o  diâmetro de 29”. Segundo <a href="http://fisherbikes.com/" target="_blank">Gary Fisher</a>,  as rodas 26” só foram adotadas no MTB por pura coincidência pois na  época do surgimento das MTBs as rodas 26” eram as mais comuns no  mercado.</p>
<p>Muito se debate a respeito dos prós e os contras desse tipo de bicicleta, mas os puristas do MTB têm que admitir as 29ers,  como são chamadas essas bicicletas com rodas maiores tem se tornado  cada vez mais comuns a ponto de algumas equipes de MTB adotarem  exclusivamente esse tipo de bicicleta e mais as 29ers começam a ser  presença cada vez mais comuns nos pódiuns das Etapas do Circuito Mundial  de MTB.</p>
<p>Segundo Conrad Stoltz, em e-mail recente ao Espírito Outdoor,  “Pretendo usar mais minha 29er nessa temporada. Sinto que em percursos  tecnicamente difíceis a maior superfície de ocntato com o chão da mais  tração. Com iso você não tem que brecar tanto nas curvas e consegue  manter o momentum. É quase como ter uma suspensão extra e com isso você  não se cansa tanto….Em qualquer situação acima de 5km/h as 29ers são  mais rápidas”.</p>
<div>
<div>
<h3>Vantagens das 29er:</h3>
<ul>
<li>Menor ângulo de 	ataque: com um diâmetro maior as rodas dissipam  melhor as 	oscilações verticais dos buracos e obstáculos. Andar em uma  aro 	29 é quase ter uma suspensão extra.</li>
<li>Maior superfície 	de contato com o chão o que melhora a aderência  nas curvas, tração 	nas subidas e nas frenagens. Em superfícies “soltas”  (loose 	surface) rodas maiores são uma real vantagem.</li>
<li>Rodas maiores 	mantém o momentum mais fácil: Quanto maior a velocidade mais fácil 	fica de manter o momentum.</li>
<li>As 29er são mais 	confortáveis e com isso cansam menos os ciclistas.</li>
</ul>
<div id="attachment_2416" class="wp-caption alignnone" style="width: 530px"><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/29er_tech1.png"><img class="size-full wp-image-2416" title="As rodas maiores são uma real vantagem na transposição de obstáculos." src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/29er_tech1.png" alt="As rodas maiores são uma real vantagem na transposição de obstáculos." width="520" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">As rodas maiores são uma real vantagem na transposição de obstáculos.</p></div>
<div>
<div>
<h3>Desvantagens das 29ers:</h3>
<ul>
<li>Rodas maiores 	sempre serão mais pesadas.</li>
<li>Rodar maiores 	demoram mais para acelerar.</li>
<li>A distância entre 	eixo <strong>pode</strong> ser maior numa bike  29” do que em uma bike 26” 	o que faz com que a bike seja um pouco mais  lenta em situações 	extremamente travadas.</li>
<li>Ainda não existem 	muitas opções de suspensões e pneus para as 29ers.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Leia mais:  <a href="http://espiritooutdoor.com/?p=515#ixzz19JLQpPZl">http://espiritooutdoor.com/?p=515#ixzz19JLQpPZl</a></div>
</div>
<p><a href="http://espiritooutdoor.com/?p=515#ixzz19JLKI7xK"></a></div>
</div>
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		<item>
		<title>10 lições dos esportes de aventura</title>
		<link>http://www.noispedala.com.br/noticias/10-licoes-dos-esportes-de-aventura/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 14:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[esportes de aventura]]></category>
		<category><![CDATA[lições]]></category>

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		<description><![CDATA[Praticar um esporte de aventura sozinho ou em equipe, encarando longas distâncias e diversos obstáculos, aumenta o condicionamento, tonifica os músculos e deixa aquela sensação gostosa de superação de limites. Essas modalidades cheias de adrenalina, no entanto, podem acrescentar ou desenvolver outras habilidades extremamente úteis na vida de quem se propõe a enfrentá-las. Do desejo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Praticar um esporte de aventura sozinho ou em equipe, encarando  longas distâncias e diversos obstáculos, aumenta o condicionamento,  tonifica os músculos e deixa aquela sensação gostosa de superação de  limites.</p>
<p>Essas modalidades cheias de adrenalina, no entanto, podem acrescentar  ou desenvolver outras habilidades extremamente úteis na vida de quem se  propõe a enfrentá-las. Do desejo de partir para a aventura à realização  dela, tudo pode trazer um ensinamento passível de ser usado em outras  esferas da vida. Confira as habilidades que você pode desenvolver  praticando esportes de aventura.</p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_2396" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"></strong><strong><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/5n73id11o9ww02fd9581kxbcs1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2396" title="10 lições dos esportes de aventura" src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/5n73id11o9ww02fd9581kxbcs-300x187.jpg" alt="10 lições dos esportes de aventura" width="300" height="187" /></a></strong><p class="wp-caption-text">10 lições dos esportes de aventura</p></div>
<p>Ambição<br />
“Estabeleça objetivos pessoais, sonhe alto e assuma um compromisso com  seus sonhos”, diz Raphael Bonatto, empresário e ultramaratonista de  Curitiba. Seu último sonho foi correr 27 maratonas, uma em cada capital  brasileira, em 27 dias consecutivos. Tarefa que exigiu mais do que  preparo físico. “A parte mais difícil foi montar a logística para  realizar as provas”.</p>
<p>Mas ele chegou lá: no dia 21 de novembro, com a Maratona de Curitiba,  concluída em 3h19m, Raphael realizou mais um projeto. O próximo?  “Atravessar Portugal, correndo de norte a sul, em sete dias, passando  por cidades importantes da época do descobrimento do Brasil”, adianta. A  lição: você não precisa querer ir à Lua, mas deve ter metas que  estimulem seguir sempre em frente.</p>
<p><strong>Planejamento</strong><br />
Você tem um sonho? É bom também saber como realizá-lo. “Para participar  de uma corrida de aventura é preciso se preparar pelo menos dois meses  antes. É importante conciliar a vida profissional e familiar com os  treinos e a organização de toda a logística”, diz Danilo Vivan,  jornalista e praticante de corridas de aventura.</p>
<p>“Organize seu tempo de forma inteligente e valorize cada minuto do  seu dia. No final você ganha foco e disciplina”, atesta Raphael Bonatto,  que também ministra palestras motivacionais, usando suas experiências  no esporte como base desse trabalho.</p>
<p><strong>Jogo de cintura</strong><br />
Como em uma prova de aventura, a vida é cheia de imprevistos. Diante de  uma dificuldade, é preciso manter a calma e buscar alternativas. “A  gente aprende a desenvolver um plano B, C e até D”, brinca Bonatto. De  uma maneira ou de outra, você acaba superando os problemas!</p>
<p><strong>Espírito de equipe</strong><br />
Corridas de aventura podem ser feitas em equipes – e a figura do líder é  importante. “Mas sozinho ele não chega a lugar algum. As tarefas devem  ser divididas pelo grupo e as decisões tomadas coletivamente.  Descentralizar é a grande lição”, explica o professor de educação física  Leonardo Barbosa, organizador da Haka Race, prova de aventura que  envolve modalidades como trekking, mountain bike, técnicas verticais,  canoagem e orientação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div><strong> <img class="alignright" src="http://i0.ig.com/fw/bu/ll/do/bulldoahqs9yw9f4rlzyhct91.jpg" alt="" width="316" height="237" /> </strong> <strong> </strong></p>
<div>
<p><strong>Aprender a trabalhar em equipe é uma habilidade desenvolvida nos esportes de aventura</strong></p>
</div>
<p><strong> </strong></div>
<p><strong> </strong><strong>Confiança (em si e nos outros)</strong><br />
Embora os integrantes de uma equipe tenham objetivos semelhantes  (chegar, concluir bem a prova), individualmente as pessoas reagem de  modos diferentes a determinadas situações. “É legal identificar quais os  pontos fortes e fracos de cada um e usar isso em favor do sucesso do  grupo”, diz Danilo Vivan. “Uma corrida de aventura é um excelente  exercício de convivência e tolerância”, completa Leonardo. Ou seja:  respeite as características das outras pessoas, confie em suas  habilidades e extraia o melhor que cada uma tem a oferecer.</p>
<p><strong>Entusiasmo</strong><br />
A alegria é contagiante e serve como combustível. “Em um esporte de  aventura não é só o resultado que importa: você aprende a tirar prazer  de tudo o que faz”, revela o ciclista Odir Züge Júnior, praticante de  provas Audax, modalidade ciclística de longas distâncias (200, 300, 400 e  até 1200 quilômetros). “Vibre com aquilo que está realizando. Transmita  entusiasmo e satisfação. Isso faz você ir mais longe”, completa Raphael  Bonatto.</p>
<p><strong>Decisão</strong><br />
Muitas vezes a decisão a ser tomada não é a mais convencional. Às vezes é  preciso assumir uma posição e bancar os riscos. “Era a primeira corrida  do meu parceiro. Estávamos pedalando e faltavam dois quilômetros para a  chegada. De repente, um animal cruzou nossa frente, meu amigo capotou e  até se machucou um pouco. Fora que a bike entortou. Pensei: ‘acabou’.  Mas ele levantou, deu um jeito na bicicleta e disse que iríamos terminar  de qualquer jeito. Felizmente, tudo acabou bem”, conta Danilo Vivan.</p>
<p>No caso do ciclista Odir Züge, a história teve outro desfecho. Ele  participava do Audax 600 (600 quilômetros pedalando) e havia se  preparado muito para a prova. Devido a um problema mecânico da  bicicleta, ele rodou 70 quilômetros trepidando – o que causou fortes  dores nos punhos e nas mãos. “Tive de abandonar. A gente aprende a  respeitar os limites do corpo e, se for preciso, parar. O fracasso  momentâneo faz parte do sucesso futuro”, diz.</p>
<p><strong>Humildade</strong><br />
Procure tirar lições dos erros e dos acertos. “Esteja aberto ao  aprendizado, busque sempre mais, atualize seus conhecimentos”, sugere o  ultramaratonista Raphael Bonatto. Do planejamento à realização, há  inúmeras formas de ampliar os horizontes. “Nas provas de longas  distâncias de bicicleta, por exemplo, a gente carrega tudo o que vai  precisar – até o número de remendos de pneu você tem que calcular. E  nada como a experiência e a troca de informações para ensinar”, diz o  ciclista Odir Züge.</p>
<p><strong>Positividade</strong><br />
Seja positivo e acredite em seu potencial. Dificuldades e frustrações  acontecem na vida, claro. O importante é não se deixar abater. “De  manhã, levante-se para superar obstáculos e vencer. Na vida ou no  esporte, elimine o ‘se&#8230;’ do seu vocabulário. Tem gente que vive  dizendo ‘se eu tivesse mais dinheiro, realizaria tal coisa’, ‘se não  tivesse tanto calor teria corrido melhor&#8230;’ Acredite em você, faça o  seu melhor e pare de lamentar. Persista, não existe vitória sem  barreiras”, afirma Raphael Bonatto. “A linha de chegada está ali e você  pode atingi-la”, reforça Leonardo Barbosa.</p>
<p><strong>Entusiasmo</strong><br />
Na hora da dificuldade, é normal achar que o sofrimento nunca vai ter  fim. Mas tudo na vida passa. É legal competir, brigar por boas  colocações, buscar a superação, mas é fundamental também se divertir  durante o percurso. “Com o esporte de aventura você sente prazer não só  com o resultado, mas principalmente com o caminho até chegar lá”, diz  Odir Züge. “A gente incorpora uma visão mais positiva da vida e tem a  percepção de que é capaz de superar os desafios da vida, sejam eles  quais forem”, finaliza Danilo Vivan.</p>
<p><em>﻿Por Yara Achôa, iG São Paulo</em></p>
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		<title>Dicas para pedalar no trânsito</title>
		<link>http://www.noispedala.com.br/noticias/dicas-para-pedalar-no-transito/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 16:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de transito]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Trânsito: carros e mais carros, ônibus, motociclistas apressados, pedestres. E nós, ciclistas. Como é que a gente faz? Pedalar no trânsito parece impossível para muitos, principalmente para quem mora em cidade grande. Será mesmo? Se isto é verdade, por que tem aumentado o número de ciclistas nas ruas? O que é verdade ou imaginação sobre segurança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trânsito:</strong> carros e mais carros, ônibus, motociclistas apressados, pedestres. E nós, ciclistas. Como é que a gente faz?</p>
<p>Pedalar  no trânsito parece impossível para muitos, principalmente para quem  mora em cidade grande. Será mesmo? Se isto é verdade, por que tem  aumentado o número de ciclistas nas ruas?</p>
<div id="attachment_2322" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Java21.jpg"><img class="size-medium wp-image-2322" title="Pedalar com segurança no trânsito" src="http://www.noispedala.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Java2-300x225.jpg" alt="Pedalar com segurança no trânsito" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Pedalar com segurança no trânsito</p></div>
<p>O que é verdade  ou imaginação sobre segurança no trânsito? Segurança no trânsito é  estabelecida a partir de números, estatísticas, encontrados através de  pesquisas realizadas com base científica, que dizem de fato o que é  seguro, perigoso ou inseguro para o condutor de um veículo, pedestre ou  qualquer outro que esteja participando do trânsito. O resto é imaginação  (ou ficção) popular, e esta sim, costuma ser perigosa.</p>
<p>Normalmente,  quando acontece um acidente a história corre de boca em boca, e em  pouco tempo parecerá que houve um acidente em cada esquina e a cada  minuto. Há um certo prazer em contar e ouvir histórias deste tipo. Mesmo  depois de muito tempo, um acidente sempre é uma conversa interessante. O  que foi um tombo causado por um susto acaba se transformando num  coitado sob as rodas de um ônibus. É como no caso dos aviões: há em  média 2 (sim, dois!) acidentes para cada milhão de decolagens, o que  transforma o avião no meio de transporte mais seguro existente. Mesmo  assim só se fala nos que se esborracharam. Detalhe: nestes dois  raríssimos acidentes não necessariamente houve morte, nem um arranhão  sequer (o avião apenas pousou de barriga).</p>
<p>A imensa  maioria dos ciclistas pedala sem sofrer acidentes de trânsito! Mas, bom  mesmo é quando há sangue na conversa.  O fato é que as pessoas se apegam  a certas verdades muito mais para evitar a possibilidade de mudanças em  suas vidas do que para qualquer outra coisa. &#8220;Vai que pedalar é muito  mais seguro que imagino, eu vou ter que assumir que estava errado todo  este tempo&#8221;.</p>
<p>O que é novo é estranho e traz receios. Para  quem pedala pela primeira vez no trânsito a situação pode parecer  assustadora. Só nos conscientizamos que a maioria dos perigos são  imaginários com a convivência, a prática.</p>
<p>Trânsito é  previsível, tem lógica, responde à física. Há uma parte psicológica?  Sim, mas esta também é previsível. Todo acidente é causado por um erro,  uma falha. Se não houver erro ou falhas, não haverá acidente. É óbvio,  parece uma afirmação besta, idiota, mas não é, muito pelo contrário.  Quem compreende esta verdade, entende o que é segurança no trânsito e  praticamente zera a possibilidade de um acidente.</p>
<p><strong>Antes de culpar o outro, descubra qual é seu erro e você descobrirá a solução para o conflito.</strong></p>
<p><strong>Para o ciclista em qualquer lugar:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> seja educado</p>
<p><strong>2.</strong> obedeça as leis de trânsito</p>
<p><strong>3.</strong> sempre sinalize suas intenções</p>
<p><strong>4.</strong> use roupas claras ou chamativas</p>
<p><strong>5.</strong> mantenha os refletores limpos</p>
<p><strong>6.</strong> evite ruas e avenidas movimentadas</p>
<p><strong>7.</strong> mantenha-se à direita e na mão de direção</p>
<p><strong>8.</strong> não faça zig-zag: procure pedalar mantendo uma linha reta</p>
<p><strong>9.</strong> aprenda a ouvir o trânsito</p>
<p><strong>Pedalar com segurança</strong></p>
<p>Se  o ciclista seguir umas poucas regras básicas o risco de acidente cai  praticamente a zero. Sempre haverá possibilidade de alguma tensão ou  conflito, mas será bem mais difícil a ocorrência de um acidente.</p>
<p>O  importante é você entender que, enquanto pedala e conduz a bicicleta,  você é um ciclista, e não um motorista ou motociclista. Bicicleta  acelera, mantém a velocidade e desacelera de uma maneira completamente  diferente de qualquer veículo motorizado. Por causa disto a relação do  ciclista com o trânsito tem suas particularidades que tem ser  respeitadas.</p>
<p><strong>Mais da metade dos acidentes de trânsito envolvendo ciclistas são responsabilidade do próprio ciclista.</strong></p>
<p><strong>Pedalar tranquilo </strong></p>
<p><strong>1.</strong> acredite no que é científico; tome cuidado com o que falam por aí</p>
<p><strong>2.</strong> mais de 50% dos acidentes são de responsabilidade do próprio ciclista</p>
<p><strong>3.</strong> 95% dos acidentes envolvendo ciclistas acontecem em cruzamentos</p>
<p><strong>4.</strong> em menos de 1% dos acidentes o ciclista sofre uma colisão traseira</p>
<p><strong>5.</strong> pedalar na contra-mão aumenta muito a possibilidade de acidente com seqüelas graves ou morte</p>
<p><strong>6.</strong> ciclista que veste roupas claras ou chamativas e sinaliza suas intenções, diminui sensivelmente a possibilidade de acidente</p>
<p><strong>7.</strong> boa parte dos acidentes são causados por falha na manutenção da bicicleta</p>
<p><strong>Se  sua habilidade com a bicicleta não é boa e você tem que cruzar uma via  muito perigosa ou cheia de obstáculos, cruze a pé, empurrando a  bicicleta.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A relação com o motorista</strong></p>
<p><strong>1.</strong> quanto espaço ele precisa para frear?</p>
<p><strong>2.</strong> para onde ele está olhando?</p>
<p><strong>3.</strong> olho no olho do motorista ou pedestre</p>
<p><strong>4.</strong> se não é possível ver o olho do motorista, olhe para as rodas dianteiras do carro</p>
<p><strong>5.</strong> tente antecipar a reação do trânsito: olhe longe, pense adiantado</p>
<p><strong>6.</strong> cuidado com a abertura das portas dos carros</p>
<p><strong>O que nunca se deve fazer</strong></p>
<p><strong>1.</strong> nunca pedale na contra-mão, a não ser que esteja sinalizado</p>
<p><strong>2.</strong> não pedale onde o motorista não o pode ver</p>
<p><strong>3.</strong> nunca entre com tudo nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos</p>
<p><strong>4.</strong> nunca force uma situação contra um carro, moto ou ônibus</p>
<p><strong>5.</strong> não pedale muito próximo do meio fio</p>
<p><strong>6.</strong> não fique olhando para trás, preocupe-se com o que vem pela frente</p>
<p><strong>7.</strong> não use walk-man</p>
<p><strong>Precauções</strong></p>
<p><strong>1.</strong> pedale de forma que seu comportamento transmita segurança aos outros</p>
<p><strong>2.</strong> só olhe para trás quando for realmente necessário</p>
<p><strong>3.</strong> em descidas fortes, evite deixar a bicicleta correr demais</p>
<p><strong>4.</strong> cuidado com mudanças de piso e suas diferentes aderências</p>
<p><strong>5.</strong> tampas de bueiro em aço ou sinalização pintada no solo quando molhadas escorregam muito</p>
<p><strong>6.</strong> com chuva ou chão escorregadio diminua a velocidade</p>
<p><strong>7.</strong> com chuva a visibilidade de todos fica prejudicada</p>
<p><strong>8.</strong> esteja  sempre com a marcha correta engatada. Antes de parar a bicicleta nos  cruzamentos engate uma marcha que lhe permita arrancar rápido.</p>
<p><strong>9.</strong> Respeite o pedestre, sempre</p>
<p><strong>Para o motorista</strong></p>
<p><strong>1.</strong> faixas de rodagem são calculadas para a passagem de um veículo por vez</p>
<p><strong>2.</strong> a maioria dos motoristas não pedala, portanto não sabe como a bicicleta se comporta em movimento</p>
<p><strong>3.</strong> a diferença de velocidade entre uma bicicleta e um automóvel é grande e o tempo de reação do motorista é baixo</p>
<p><strong>4.</strong> motoristas  precisam prestar atenção em muita coisa ao mesmo tempo. A bicicleta é  visualmente o menor dos veículos no trânsito, portanto o mais difícil de  ser percebido</p>
<p><strong>5.</strong> motoristas de qualquer veículo grande não tem uma boa visibilidade externa, portanto o ciclista deve guardar distância</p>
<p><strong>6.</strong> um carro ou uma moto freiam mais rápido que uma bicicleta</p>
<p><strong>7.</strong> a bicicleta desaparece no ângulo formado pela coluna de um carro</p>
<p><strong>Para o pedestre o outros</strong></p>
<p><strong>1.</strong> pedestres tem prioridade sobre ciclistas. Lembre-se que você também é um pedestre. Respeite para ser respeitado</p>
<p><strong>2.</strong> um  pedestre pode mudar de direção de maneira muito brusca. Aproxime-se  devagar, avisando sua chegada e passe guardando distância</p>
<p><strong>3.</strong> patins e skates também mudam de direção muito rápido</p>
<p><strong>4.</strong> cachorros e gatos tem reações inesperadas. Evite assustá-los</p>
<p><strong>5.</strong> próximo a árvores pode haver raízes perigosas</p>
<p><em>fonte: escoladebicicleta.com.br</em></p>
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